NY Times, o jornal ÃO

Desde o dia 19 desse mês, o NY Times liberou o acesso às áreas restritas do seu site, como colunas de opinião e arquivos desde 1987 – além de alguns outros conteúdos mais antigos.

 
 
 
 
Como já foi publicado em New York Times: web 2.0 – o fim do impresso?
 

O NY Times lançou a poucos dias uma nova versão MY Times que é uma página personalizada que funciona como um agregador de feeds, permitindo que o usuário insira notícias de outros sites.
Guilherme Serrano

podemos perceber que o jornal tem uma visão bem diferente de outros jornais por aí…

O porque da decisão de deixar de ganhar $10 milhões por ano com acesso restrito?
Pela simples perspectiva de se ganhar MUITO mais em publicidade online com seus 13 milhões de visitantes únicos por mês.

Muito óbvio que a maioria dessas visitas são geradas a partir de buscas, e uma pessoa não pagaria $7,95 para ter acesso por um mês a esses conteúdos apenas para uma matéria específica encontrada.

… segundo Colby Atwood, presidente da empresa de pesquisa de mídia Borrell Associates, o Times tem sido especialmente hábil no uso das informações recolhidas sobre os leitores online para direcionar anúncios especificamente a eles, aumentando seu valor para os anunciantes.
Estadão

Ou seja, compensa uma perda com o ganho em outro lado, com uma publicidade ainda por cima otimizada e direcionada ao seu público…

Pelo que parece, a American Express será a primeira patrocinadora das áreas do site que foram liberadas essa semana.

 

Fonte: Estadão, que traduziu o texto do próprio NY Times.
A não ser que eles sejam "parceiros", isso é cômico, não é?!

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